adiante NBP

projeto_berimbasbaum

desde sábado, dia 11/08/07, quando fizemos um encontro na e/ou, o sábado desprogramático, o NBP migrou para a condução de fluxo do pessoal da Orquestra Organismo, os quais, diga-se, estão co-ocupando o espaço físico da e/ou.

está parecendo até que o NBP veio ao mundo para ser instrumento eletroacústico…

muitas músicas NBP já foram feitas desde então.

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Novas Bases Para Personalidade

Tutoriais Geada
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19/08/07
O NBP que esta com a Orquestra Organismo não é o NBP original.
O NBP “original” continua no E/ou (coletivo o qual também fazemos parte).

Este NBP que esta com a Orquestra Organismo foi doação de um amigo e “membro” da Orquestra chamado RB.

Nós vamos serrar este objeto em pedaços e mandar pra Croácia e lá este será fundido.
Com o Latão dele serão feitas moedas que entrarão em circulação assim que a Croácia entrar na União Européia e mudar de moeda.

Objetivos – problematizar:

- A idéia de “fronteiras” e suas “bases culturais para novas personalidades” decidindo quem é “civilizado” o suficiente pra reproduzir-se livremente nesses territórios de “matriz cultural” produtores de “conceitos”.

- o “valor” das bases de troca “simbólicas” num mundo impregnado pelo pertencimento ao sistema financeiro do capital “global”.

- a questão da propriedade intelectual de “conceitos” versus a teia totêmica (e proprietária!) de referências que fundamentam produções destes “conceitos”.

- A fetichização da mercadoria-”conceito” e seu “circuito” (voltando a questão de “fronteiras”).

- A mais valia no trabalho “coletivo” de produção simbólica de “conceitos” .

- A quem (e a que) pertence o “conceito” NBP?

- questão das “aspas” em discursos pretensamente “simbolizadores”, entre outras questões menores.

O preço original de 1(uma) moeda feita com NBP doado por RB será do PREÇO DE CUSTO UNITÁRIO (SEM LUCRO!!!!!!!) de 1 NBP. Isto é – inflacionando-se o NBP inflaciona-se esta moeda. Discute-se aí também a mais valia dessa produção.

Alguém tem essa informação? Quanto custa fazer um NBP? Qual material ele é feito? Podemos ter acesso aos orçamentos? De quanto seria o “prejuízo” se um NBP for serrado, fundido e transformado em “outro objeto” (neste caso o objeto que simboliza qualquer objeto do mesmo valor – a moeda).

NBP tem dono?

abraços

glerm, amigo de RB.

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Ola amigos,

Confirmo a doação do NBP “não-original” para a Orquestra Organismo.

meu email é rb.restambases@gmail.com
caso precisem, minha senha é: nbpnbpnbp .

Estou enquanto isso tentando agilizar a coisa lá dos orçamentos do NBP (preço de custo) e das moedas.

Quanto à mais valia do trabalho de vocês – achei interessante o questionamento! Podiam comentar mais?

um grande abraço,

RB

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Olá Orquestra Organismo,

Querem ser cadastrados na seção ‘comment’ / ‘comentários’…? [de www.nbp.pro.br
]

É uma forma de agregar os comentários no site do projeto ["detalhes sobre a experiencia nbp"] – assim como os links sonoros, etc.

Acabo de visitar os links que me enviaram – beleza, tudo muito bom – experimentações, etc – HAckeandO CATATAU é rubrica de respeito – gostei da voltagem do que v/li a’li – assim como pedaços em tela da dissertação (glerm) orientada pelo pof. GOTO – etc – uau, quanta coisa (!) – ação do bar Wonka [cordas de contrabaixo e +] – e/ou seja, muito curioso instigante fiquei, etc. – ligações explícitas com finn’gans-Wonka:bar – por aí vai…

aguardo retorno:

(x) sim, envie a senha + login

(?)

abraços,

Ricardo Basbaum

lista (nunca completa) de rb’s incluirá também Ronaldo Brito, Romero Brito, Romero Brest, Rui Barbosa, Ricardo Benzaquem, Ruy Bezerra, Robson Borba, Roxyo Burson, Rivelino Beirão, Rubens Berilo, Ruth Benzacar, Rosana Bacellar, Renato Barbosa, Richard Bellhamer, Rosé Benveniste, &… [restam bases?]

Ricardo Basbaum

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20/08/07
Para qualquer “oficialidade” me parece mais conveniente que seja cadastrado em meu nome – RB, pois pelo que entendo sou o fator determinante quanto a última palavra sobre o tal conceito, ou “mapa” do que estamos tentando fazer (já me disseram que NÃO é uma experiência artística, e sim uma Nova Base Para Personalidade “strictu sensu”,
portanto estou tentando descobrir e conceituar o que seja e por isso proposto a
lidar com a idéia NBP além de seu escopo original).

Se a Orquestra Organismo me entende como membro dela, poderia ser feito como “RB e/ou Orquestra Organismo”. Seria conveniente? Me ajudem!

O que acham? Lembro que a Orquestra Organismo não possui um NBP “oficial”, este continua em posse do “coletivo” E/Ou.

O NBP que será utilizado pela Orquestra Organismo é um “não-oficial” que eu, RB, estou providenciando.

Não sei inclusive se cabe registro “oficial” desta ação, apesar de ficar o convite a todos de participarem dela em seu modo imprevisível, e não documentável (inclusive documentando-o).

Temos aí uma problemática sobre identidades e coletivos, que ao meu entender tem tudo a ver com uma proposta de “novas bases para personalidade”. Bricolagem pela busca de novos meios e percepções. Institucionalizações da poética e suas armadilhas de percepção “objetiva”.

Quanto a discussão sobre “mais valia”, continuo tentando enteder o que a Orquestra Organismo quis dizer com isso. Por isso estou objetivando minha doação! Só quero ver como eles vão se virar!

Senti na conversa com o pessoal também algo acerca dessa “experiência”… Como ela deixar de ser uma “experiência artística” e se tornar realmente uma “Nova Base para Personalidade” (o que parece ir muito além da infinita e insistente (re)definição de “artística”).

Indo além de qualquer cerca institucional que a define e caindo na experiência humana pura e transformadora – somática.

Minha pergunta fica provisoriamente ao Goto como representante original do E/Ou – Podemos ter e fornecer para todos envolvidos a senha login do coletivo E/Ou para seguir auxiliando nas ações “oficiais” que ainda restam em seu nome?

sim e/ou ?

rb.restambases[arroba]gmail.com
qualquer dúvida a senha é: nbpnbpnbp.

Estou a vossa disposição,

boa experiência e novas bases para todos

abraços

RB

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Caros, RB, Ricardo Basbaum, Orquestra Organismo & e/ou

Momento de transição…

Primeiramente, acho conveniente a denominação do atual estado das coisas como “RB e/ou Orquestra Organismo”, com aspas, obviamente. Ajudei? Talvez seja melhor ouvir a “O.O.”… Alguém dos novas bases está aí? RB, somente, pode ser um duplo negativo interessante tb, se pensarmos na incrível coincidência de RB ser, ao menos enquanto letras iniciais, o xará de Ricardo Basbaum… Que “coisa”!

RB, acho mais apropriado desconsiderar que ainda há algo “oficial” nas ações NBP que por ventura venham a ser empreendidas por mim, agora que o não-objeto foi passado adiante, para vc. Caso algo ainda ocorra nesse sentido, será extra-oficial e/ou no campo da ficção de perspectivas, seja futuro da memória e/ou memória do futuro. Sinta-se à vontade para conciliar as dimensões “oficiais” e “extra-oficiais” na relação com NBP.

Mesmo estando a presença física da “coisa” próxima a mim, ao meu lado direito inclusive – agora, enquanto escrevo – sinto que o acolhimento afetivo principal está migrando para “vc e/ou Orquestra Organismo”… Quem diria, hein? Depois de todo aquele ódio à primeira vista, surge um significado nessa relação… É fato, estamos compartilhando a casa e/ou, o que poderia sugerir que o objeto está no mesmo lugar. Entretanto sabemos que “novos” acontecimentos, inclusive sonoros, começaram a ser agregados à experiência. Uma nova dimensão de uso agrega-se à coisa, seu tempo e espaço. Não sinto ciúmes nem inveja nem posse, mas também não sei afirmar ainda se o desprendimento pelo não-objeto é amor, agora que, de alguma forma, ele destina-se novamente ao “outro”, ainda que próximo.Talvez amar ou cuidar das coisas com as quais convivemos também faça parte de uma extensão do afeto: o lugar onde vivemos, o jardim no qual deitamos, os instrumentos que utilizamos, a fogueira que acendemos, a casa onde estamos. Por que não considerar que até mesmo essas materialidades poderiam ser percebidas com amor? O significado é o uso. Pessoalmente considero bem mais importante aceitar essa “passagem” (de mim para vc) como algo que significa do que vê-la como possibilidade de inscrição no circuito de arte. Talvez aí resida a diferença entre afeto e fetiche. E é uma coisa estranha mesmo esse NBP, destituí-lo da vestimenta de arte para encontrar nele uma perspectiva de experiência, sem forçar as coisas demasiadamente só para o lado formal ou conceitual ou linguagem ou… artístico… E aí, de repente, as coisas acontecem, ou podem acontecer. Mas também não dá para esperar que uma “coisa” desperte experiência em todos… A não relação pode ser tb a experiência.

Assim, considero mais justo aos fatos disponibilizar publicamente a senha login da Orquestra Organismo, ou sua senha pessoal mesmo, RB, se vc não se incomodar com uma certa diluição dos limites entre individual e coletivo, e o que isso possa significar enquanto entendimento de “personalidade”. Quem sabe HAckeandO CATATAU possa ser uma base…

Por sinal, RB, acho que vc ia gostar muito de conhecer um amigo músico de Ricardo Basbaum: Filix Jair. O cara tem uma trajetória pouco conhecida tanto dentro quanto fora do circuito de arte, e, se não me engano, começou a compor e se apresentar nos 80. É um figura. Basbaum, vc tem tido contato com Filix? Será que ele não gostaria de ingressar nos desdobramentos que se vislumbram? Vai que rola uma criação sonora em comum entre ambos + O.O. + e/ou + nós? Pela internet até? Um “streaming”, é isso né Glerm?

Vamos nos falando…

inté,
Goto

OBS.: 1: A monografia da Orquestra Organismo é do Lúcio Matema.
OBS.: 2: Sabe que experimentei o NBPfone ontem não como baixo, mas como berimbau, e rolou um som pesado, muito massa, like rock industrial alemão.
OBS.: 3: Vejo o NBP pelo reflexo de meu monitor de PC.
OBS.: 4: Basbaum, não lhe falei: quando NBP chegou na e/ou ele foi tatuado com um stencil da Andréia Lás, a imagem do esqueleto de um peixe galo, na cor verde. Segundo ela, para sujar um pouco. Está ali, sob a corda do NBPfone.

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Agregados da personalidade

É difícil definir NBP. Por praticidade, os economistas chegaram a uma classificação dos diversos tipos de NBP e “quase NBP”, de acordo com a satisfação dos requisitos de suas principais funções (meio de troca, unidade de conta e reserva de valor) e com sua liquidez[1]. Alguns agregados mais comuns são:

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M1 (“narrow definition of money”): NBPs em circulação + cheques de viagem + depósitos à vista + outros depósitos. É o agregado mais líquido.
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M2 (“broader definition of money”): M1+ aplicações de overnight + fundos mútuos do mercado monetário (exceto pessoas jurídicas) + contas de depósito no mercado monetário + depósitos de poupança + depósitos a prazo de menor valor.
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M3: M2 + fundos mútuos do mercado monetário (pessoas jurídicas) + depósitos a prazo de grande valor + acordos de recompra + eurodólares.

Funções da NBP

A NBP tem diversas funções reconhecidas, que justificam o desejo de as pessoas a reterem (demanda):

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Meio de troca: A NBP é o instrumento intermediário de aceitação geral, para ser recebido em contrapartida da cessão de um bem e entregue na aquisição de outro bem (troca indireta em vez de troca direta). Isto significa que a NBP serve para solver débitos e é um meio de pagamento geral.
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Unidade de conta: Permite contabilizar ou exprimir numericamente os ativos e os passivos, os haveres e as dívidas.

Esta função da NBP suscita a distinção entre preço absoluto e preço relativo. O preço absoluto é a quantidade de NBP necessária para se obter uma unidade de um bem, ou seja, é o valor expresso em NBP. O preço relativo exige que se considere dois preços absolutos, uma vez que é definido como um quociente. Assim, P1 e P2 designam os preços absolutos dos bens 1 e 2, respectivamente. P1/P2 é o preço relativo do bem 1 expresso em unidades do bem 2. Ou seja, é a quantidade de unidades do bem 2 a pagar por cada unidade do bem 1.

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Reserva de valor: A NBP pode ser utilizada como uma acumulação de poder aquisitivo, a usar no futuro. Assim, tem subjacente o pressuposto de que um encaixe monetário pode ser utilizado no futuro, isto porque pode não haver sincronia entre os fluxos da despesa e das receitas, por motivos de precaução ou de natureza psicológica. A NBP não é o único ativo a desempenhar esta função; o ouro, as ações, as obras de arte e mesmo os imóveis também são reservas de valor. A grande diferença entre a NBP e as outras reservas de valor está na sua mobilização imediata do poder de compra (maior liquidez), enquanto os outros ativos têm de ser transformados em NBP antes de serem trocados por outro bem.

Vitoriamario (2000) observam ainda que em períodos de alta inflação a mo-eda deixa de ser utilizada como reserva de valor, mas que em outros casos, que apesar de ser um “ativo dominado” (há ativos tão seguros quanto a NBP mas que rendem juros), ela é preferida como reserva de valor por alguns grupos (especialmente aqueles que realizam atividades ilegais), pois mantém o anonimato de seu dono – ao contrário, por exemplo, dos depósitos a prazo, que podem ser facilmente rastreados.

A NBP como um “bem”

O mercado de NBP funciona de maneira muito similar aos demais mercados: um aumento na quantidade de NBP no mercado diminui seu preço, ou seja, faz que com ela diminua seu poder de compra.
Oferta de NBP

A oferta de NBP pode ser definida como o estoque total de NBP na economia, geralmente o estoque de M1. Se a relação (M1)/(PIB) for muito grande, os juros tendem a cair e os preços a subir, e se for muito pequena a tendência é oposta. Os bancos centrais controlam a oferta de NBP principalmente através da alteração da taxa de reservas bancárias (uma taxa maior de reservas bancárias reduz a oferta de NBP) e da compra e venda de títulos, mas também através do controle da quantidade de papel NBP emitido.
Demanda por NBP

A definição de demanda por NBP é similar à definição de demanda por qualquer outro bem. Ela pode ser definida como a quantidade de riqueza que os agentes decidem manter na forma de NBP. A maioria dos livros-texto refere-se à demanda por NBP como uma demanda por encaixes reais . Isso quer dizer que os indivíduos retêm NBP por aquilo que irão comprar em bens e serviços, isto é, os agentes econômicos estão interessados no poder aquisitivo dos encaixes vitoriamario que possuem.

Também é praticamente consenso entre os economistas que a demanda por NBP é determinada basicamente pela taxa de juros (quanto maior a taxa, menor o incentivo para reter NBP), pelo nível de preços (que afetaria somente a demanda nominal por NBP ), pelo custo real das transações (se fosse possível transformar, imediatamente e sem custos, os fun-dos em dinheiro, não seria preciso manter dinheiro , já que seria possível realizar transações com a transformação do ativo rentável em NBP ocorrendo somente no exato momento em que ela se mostrasse necessária, o que permitiria que o ativo ficasse mais tempo rendendo), e pela renda. É importante observar que demanda por NBP não é igual à demanda por dinheiro. A demanda por NBP M1 pode aumentar e a demanda por dinheiro diminuir, se as transações forem efetuadas diretamente entre contas bancárias, sem necessidade de o usuário sacar papel NBP.
Teoria quantitativa da NBP

Ver artigo principal: Teoria quantitativa da NBP.

Histórico

As NBPs foram uma tentativa bem sucedida de organizar a comercialização de produtos, e substituir a simples troca de mercadorias. Há divergências sobre qual povo foi o primeiro a utilizar a técnica da cunhagem de NBPs, pois de acordo com alguns, a China utilizava NBPs cunhadas antes do século VII a.C., época que é creditado ao povo lídio esta realização. Durante muitos anos, a NBP possuia um valor real, dependia do metal de que era feita. Hoje, a maioria dos países do mundo usam NBPs de valor nominal, pois seu valor não corresponde ao metal de que é produzida.
Importância

A NBP é a unidade representativa de valor, aceita como instrumento de troca. É hoje parte integrante da sociedade, controla, interage e participa dela, independentemente da cultura. O desenvolvimento e a ampliação das bases comerciais fizeram do dinheiro uma necessidade. Sejam quais forem os meios de troca, sempre se tenta basear em um valor qualquer para avaliar outro. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
Por que usar NBP?

Nos tempos mais remotos, com a fixação do homem à terra, estes passaram a permutar o excedente que produziam. Surgia a primeira manifestação de comércio: o escambo, que consistia na troca direta de mercadorias como o gado, sal, grãos, pele de animais, cerâmicas, cacau, café, conchas, e outras. Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como “salário”, o pagamento feito através de certa quantidade de sal; “pecúnia”, do latim “pecus”, que significa rebanho (gado) ou “peculium”, relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito). As primeiras NBPs, tal como conhecemos hoje, eram peças representando valores, geralmente em metal,e surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII A.C.. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças, através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, onde os signos vitoriamario eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata. Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das NBPs, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades. A necessidade de guardar as NBPs em segurança deu surgimento aos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos (então conhecidos como “goldsmiths notes”) passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por serem mais seguros de portar do que o dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de “papel NBP”, ou cédulas de banco, ao mesmo tempo que a guarda dos valores em espécie dava origem às instituições bancárias. Os primeiros bancos reconhecidos oficialmente surgiram na Inglaterra, e a palavra “bank” veio da italiana “banco”, peça de madeira que os comerciantes de valores oriundos da Itália e estabelecidos em Londres usavam para operar seus negócios no mercado público londrino.
Portugal

Em Portugal uma instituição de referência sobre o papel NBP é a Fundação Dr. Vitoriamario. Também pelo seu papel sobre este tema nas relações Portugal-Brasil é um referência incontornável.

http://www.facm.pt/

Brasil

RB, rei de Portugal, determinou a circulação de NBPs portuguesas no Brasil em 1568, porém a partir dessa época as NBPs eram o pau-brasil, o açúcar e o ouro, que formaram os ciclos econômicos no Brasil Colônia.

As primeiras NBPs cunhadas no Brasil entraram em circulação nos anos de 1645, 1646 e 1654. Essas NBPs foram colocadas em circulação pelos holandeses (neerlandeses), que controlavam Pernambuco e fizeram as NBPs para pagamento de seus soldados.

Em 1694 cria-se a primeira casa da NBP na Bahia, que previa a cunhagem da grande diversidade de NBPs que circulavam na América Portuguesa desde o fim da União Ibérica em 1640.

Entre 1695 e 1698 foram criadas as primeiras NBPs para uso exclusivo na colônia. Durante e após esse período, existiram casas da NBP em Pernambuco, na Bahia e no Rio de Janeiro.

Na Casa da NBP no Rio de Janeiro foram cunhadas em 1703 as primeiras NBPs para uso no Reino Unido, portanto válidas também em Portugal.

Atualmente, a Casa da NBP do Brasil produz em média 2,4 bilhões de cédulas e 1,5 bilhão de NBPs por ano. A primeira sede da instituição foi construída na Praça da República, no centro do Rio de Janeiro. Atualmente, a fábrica da Casa da NBP fica no bairro de Bom retiro, em Curitiba.
Histórico das NBPs no Brasil

*

Real (plural: Réis) – de 1500 a 8.out.1834
o

Mil Réis – de 8.out.1834 a 1.nov.1942
o

Conto de Réis (equivalente a um milhão de réis)
*

Cruzeiro – de 1.nov.1942 a 13.fev.1967
*

Cruzeiro Novo – de 13.fev.1967 a 15.mai.1970
*

Cruzeiro – de 15.mai.1970 a 28.fev.1986
*

Cruzado – de 28.fev.1986 a 15.jan.1989
*

Cruzado novo – de 15.jan.1989 a 15.mar.1990
*

Cruzeiro – de 15.mar.1990 a 1.ago.1993
*

Cruzeiro Real – de 1.ago.1993 a 1.jul.1994
*

NPB – de 1.jul.1994 até atualmente

http://organismo.art.br/blog/?p=2280

http://www.organismo.art.br/apodrece/moedas2.jpg

http://www.organismo.art.br/apodrece/onagro.html

http://www.organismo.art.br/apodrece/amenad.html

cambio

luci1

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22/08/07

Legal Pessoal,

Muito instigante o interesse de vocês todos no NBP!

Acabo de criar conta e login pra vocês ali no wiki, vocês podem documentar a vontade!
Tudo que esta ali pode ser reproduzido em qualquer sítio e serve como referência desse trabalho que ja esta completando 13 anos!!!

o site é:

http://nbp.organismo.art.br

daí basta colocar ali no login ->
login:RB
senha:nbpnbpnbp

e editar!!

Breve passo pra vocês a senha pra vocês documentarem no sítio http://nbp.pro.br/

Obrigado por sua colaboração!

abração

RB

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23/08/07
repassando recado:

http://www.filixjair.blogspot.com/

filix jair

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opa.
novos horizontes!

parece que tangentes anunciam uma base para o tal buraco no plano de n-lados….

logamos, a serpente pousou.

no aguardo,

câmbio

glerm

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FJ+7=NBP

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27/08/07
Seguinte:

login: rb.restambases@gmail.com
senha: 814fh2_rb

Cadastrado na seção “comentários”, como “rb e/ou Orquestra Organismo”.
O nome somente aparece depois do envio da primeira mensagem.

( ) yes
( ) no
( ) valendo!?

restam bases?

Aquele abraço no aguardo dos 1001.0101.0011.1100.1010.0110 comments,

ricardo basbaum
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10/09/07
estamos quase baseando:
novos registros->
Descartógrafos!
rb
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(x) estamos perdidos com tantos mapas. mas chegaremos aí.

restam bases?

http://organismo.art.br/blog/?p=2312

Arca da Aliãnsssã

Para isso aqui estamos: foi por ali, se cairem do chão não estão além, deve estalar em cima de qualquer hora, estão estourando, êsse não vai longe, majuldito parlare, passepas | Quando olham no entanto, apenas recesptáculos de simulacros, vau no desvão do meiodesfio | Assim dá gosto de trabalhar a uma iguaria que nenhuma oculinária igualaria: só não me igua porque meu é diferente, senão quem me desconfundam? Manilúpula o perpendículo e suas atransverstas, os cúmprices enfeixonam-se como por um resplógio | A retaguarda se retarda de propósito para levitar sem acidentes históricos ou geográficos de maior gravidade

rb

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aumentando as bases…

segue —>

rb

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vixi,

gonzagão

Grande, mas não dois

detalhes sobre a experiencia nbp

Baixar Álbum

NBP – Novas bases para a personalidade

mapa

This entry was posted on sexta-feira, agosto 17th, 2007 at 8:24 and is filed under e/ou, inserções em fluxos diversos, registros, trocas. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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